<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-12371683</id><updated>2011-04-21T11:00:01.722-07:00</updated><title type='text'>JOSE DE SAN MARTIN</title><subtitle type='html'>LIBERTADOR DE AMERICA...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://josedesanmartin.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12371683/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://josedesanmartin.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11281636671889775345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='34' height='4' src='http://static.flickr.com/55/120657243_3e0920d174_m.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12371683.post-111431323838513087</id><published>2005-04-23T20:02:00.000-07:00</published><updated>2005-04-23T20:27:18.386-07:00</updated><title type='text'>José de San Martín</title><content type='html'>Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;br /&gt;José Francisco de San Martín: Nasceu em 25 de fevereiro de 1778 no povoado de Yapeyú (atual San Martín), situado às margens do rio Uruguai, na atual província de Corrientes, Argentina. Seu pai, Juan de San Marín, nascera na Espanha e possuía o cargo de teniente gobernador do departamento. Sua mãe, Gregoria Matorras, era sobrinha de um conquistador da região do Chaco.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff9966;"&gt;Início da Carreira Militar&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;San Martín se mudou para a Espanha com seus pais no ano de 1786, indo estudar em Madrid. Em 1789, inicia sua carreira militar no regimento de Murcia, Espanha. Lutou na campanha espanhola no norte da África, combatendo nas cidades de Melilla e Orã. Em 1797 foi promovido a subtenente por suas ações contra as tropas franceses de Napoleão Bonaparte na região dos Pirenéus.&lt;br /&gt;Em 1797 seu regimento, que havia participado nas batalhas navais contra a frota inglesa no Mar Mediterrâneo, se rendeu em agosto de 1798. Durante o período seguinte, luta em diferentes ações no sul da Espanha, em Gibraltar e Cádiz, atingindo o posto de 2° capitão de infantaria ligeira.&lt;br /&gt;Em 1808 as tropas de Napoleão invadem a Península Ibérica e o rei Fernando VII de Espanha é feito prisioneiro. Inicia-se a rebelião contra Napoleão e seu irmão, José Bonaparte, que havia sido proclamado Rei da Espanha. Se estabelece uma Junta de Governo que se instala primeiro em Sevilha e logo depois em Cádiz. San Martín é promovido pela Junta ao cargo de ajudante 1° do regimento de Voluntários de Campo Mayor. Promovido por suas ações contra os franceses, logo se torna capitão do regimento. O exército ataca os franceses e os vence na batalha de Bailén, em 19 de julho de 1808. Nela se destaca San Martín. Esta vitória permite ao exército espanhol da Andaluzia recuperar Madrid, e foi a primeira derrota importante das tropas de Napoleão.&lt;br /&gt;San Martín recebe o posto de tenente-coronel e é condecorado com medalha de ouro. Continua a lutar contra os franceses no exército dos aliados: Espanha, Portugal e Inglaterra. Combate sob as ordens do general Beresford na batalha de Albuera.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Libertador da América espanhola&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Nestes contatos europeus, conhece Lord Macduff, nobre escocês, que o introduz nas lojas maçônicas que discutiam a independência das terras espanholas na América do Sul. Em 1811 renuncia à carreira militar na Espanha. Neste mesmo ano, por intermédio de Lord Macduff, obteve um passaporte para viajar à Inglaterra, onde se encontrou-se com compatriotas da América espanhola: Alvear, Zapiola, Andrés Bello, Tomás Guido, entre outros. Todos formavam parte de uma sociedade chamada Loja Lautaro, fundada por Francisco de Miranda, o qual, junto com Simón Bolívar, já lutava na América pela independência da Venezuela.&lt;br /&gt;Em 9 de março de 1812 chegou a Buenos Aires para se colocar ao lado das tropas que lutavam pela libertação da América espanhola. Ele conduziu os rebeldes à vitória contra as tropas espanholas do general José Zavala na batalha de San Lorenzo de Paraná, em fevereiro de 1813. Recebeu o posto de General do governo revolucionário.[editar]&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;O plano de libertação do Chile&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;No início do ano seguinte, passou a comandante do Exército do Norte, e em 10 de agosto se tornou governador da atual província argentina de Cuyo. Ali, desenvolveu seu plano de cruzar a Cordilheira dos Andes, libertar o Chile e avançar até o Peru, onde ainda havia resistência espanhola. Em 1816 o plano foi aprovado, e no início de 1817 cruzou os Andes com 5400 homens (o chamado Exército dos Andes) e atacou os espanhóis, inflingindo-lhes derrota na Batalha de Chacabuco. Junto com Bernardo O'Higgins, fez uma entrada triunfal em Santiago do Chile em 17 de março de 1818. Chegaram a lhe oferecer o governo do Chile, porém recusou. Parte das tropas espanholas, porém, havia escapado para o sul do Chile, recebendo reforços de tropas vindas do Peru e de índios araucanos, atacando o Exército dos Andes de surpresa na noite de 19 de março. San Martín reorganiza as tropas, e a 5 de abril de 1818, derrota as os realistas espanhóis na Batalha de Maipú.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Independência do Peru&lt;/span&gt; San Martin proclama a independência do Peru, em 28 de julho de 1821.&lt;br /&gt;Em seguida, voltou sua atenção à resistência espanhola no Peru. Após meses de poucos avanços, obteve uma vitória decisiva na batalha de Pisco, a 6 de dezembro de 1820. O vice-rei espanhol tentou negociar a paz, mas como não tinha a intenção de conceder a completa independência ao Peru, foi deposto. San Martín proclamou a independência peruana a 28 de julho de 1821 em Lima, e foi eleito "protetor" do novo país. Depois que o parlamento peruano foi formado, San Martín renunciou ao título.&lt;br /&gt;Em 26 de julho de 1822 encontrou-se com Bolívar em Guayaquil (cidade que hoje pertence ao Equador) para discutir o futuro da América Latina independente. Não se sabe o que se discutiu neste encontro, porém se conhece o seu resultado: Bolívar assegurou ajuda ao Peru e San Martín renunciou a todos os seus cargos.&lt;br /&gt;Em 1824 mudou-se com sua filha para a França, onde permaneceu até o final da vida. Morreu a 17 de agosto de 1850. Em 1880 seus restos mortais foram trasladados a Buenos Aires e sepultados na catedral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12371683-111431323838513087?l=josedesanmartin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://josedesanmartin.blogspot.com/feeds/111431323838513087/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12371683&amp;postID=111431323838513087' title='8 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12371683/posts/default/111431323838513087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12371683/posts/default/111431323838513087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://josedesanmartin.blogspot.com/2005/04/jos-de-san-martn.html' title='José de San Martín'/><author><name>Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11281636671889775345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='34' height='4' src='http://static.flickr.com/55/120657243_3e0920d174_m.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12371683.post-111431162625056009</id><published>2005-04-23T19:59:00.000-07:00</published><updated>2005-04-23T20:00:26.253-07:00</updated><title type='text'>Jose de San Martin</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Jose de San Martin&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;SAN MARTIN, Jose de, Argentine soldier, born in Yapeyu, 25 February, 1778; died in Boulogne, France, 17 August, 1850. At the age of eight years he was sent to Spain, where he was educated in the College of the nobility, and, entering the army in 1791, served with credit during the French invasion. Being promoted lieutenant-colonel, he left the arnly to offer his services in the cause of South American independence, and arrived in March, 1812, in Buenos Ayres. The government commissioned him, with the rank of colonel, to organize a regiment of mounted grenadiers, with which he took part in the campaign against the viceroy Vigodet, whom he defeated, 13 January, 1813, at San Lorenzo. On 18 January, 1814, lie was appointed commander-in-chief of the army in upper Peru, to replace Belgrano; but, seeing that the Spanish power in America could not be broken until it should be attacked from the Pacific coast and deprived of the rich resources of Peru, he matured a scheme for an invasion of Chili, and, under the pretext of feeble health, retired from the command of the army and went to the province of Cuyo as governor in September, 1814. There, with the cooperation of the Chilian emigrants, he organized the famous army of the Andes, and, obtaining the assent and tacit, aid of the Argentine director, Pueyrredon, he set out with his army on 21 January, 1817, from Mendoza. Misleading the Spanish generals by false reports, he crossed the Andes under great difficulties by the pass of Uspallata, and, surprising the Spanish at Chacabuco, totally routed them on 12 February, entering the capital triumphantly on the 15th. He was elected supreme chief of the republic, but declined and proposed O'Higgins, only reserving the command of the auxiliary Argentine army. The sum of $10,000, offered him by the mumcipality he also refused, dedicating it to the foundation of a library in Santiago. After the surprise of the united army by the Spaniards at Cancha Rayada, 19 March. 1818, he reorganized his forces and totally defeated the royalists at Maipo on 5 April of that year, liberating Chili from the Spanish yoke. After a visit to Buenos Ayres, he returned in October to Chili, and soon began to organize, with O'Iliggins, a fleet and army for the invasion of Peru. In May, 1820, he was called with his troops to Buenos Ayres, but disobeying, as no established government existed in the Argentine, he was proclaimed by his army an independent chief, and on 20 August sailed with an army of 4,500 men on Admiral Cochrane's fleet from ValDaraiso, landing on 7 September at Pisco. After a brilliant campaign he entered lama, which had been abandoned by the Spaniards on 12 July, 1821, and on 27 July proclaimed the independence of Peru, being elected on 3 August by the municipality chief of the government, under the title of protector. During his short administration he abolished slavery and the tribute that had been levied on the Indians, and introduced many other reforms, especially in the system of educa'tion. He sent the famous regiment of mounted grenadiers to assist Bolivar in his struggle for independence in Ecuador, and, seeing the importance of united action, he met him in Guayaquil on 25 July, 1822. What passed at this interview is unknown, but on his return to Lima, San Martin resigned on 22 August, and, leaving part of his army to assist Gem Sucre, he went to Europe, where he established himself in Brussels. In 1828 he returned to Buenos Ayres shortly after the battle of Ituzaingo, and, finding his country plunged in intestine troubles, returned to Brussels, as he had made a vow never to un-sheath his sword in civil war, and in 1830 settled in Paris. Chili, Buenos Ayres, and Peru have erected statues in his honor. The one in Buenos Avres is shown in the engraving. "SAN MARTIN, Tomas de, SpanishAmerican bishop, born in Cordova, Spain, in 1482" died in Lima, Peru, in 1554. He entered the Dominican order, and was appointed regent of studies in the College of St. Thomas, Seville. While here he asked to be sent to Santo Domingo as missionary to the Indians. He arrived in that island in 1525, and at onee sided with Las Casas in defending the rights of the natives. He was president of the royal audience of Santo Dosningo till 1529, when he went to Spain in the interests of the colony. Learning that a body of Dominicans were about to follow Pizarro to Peru, he resigned his title of president, and went with them. He remained in San Miguel de Piura when Pizarro marched to meet Atahualpa at Caxamarea, but entered Cuzco after its capture, and then went to the province of Charcas, .of which he was the first apostle. In 1540 he was made vicar provincial of the Dominicans of Peru, and began the construction of the convent of San Rosario in Lima, and was afterward appointed provincial for eight years. In 1541, after the assassination of Pizarro and the proclamation of the son of Almagro as captain-general of Peru, Vaca de Castro, governor of Peru, who was then at Panama, made San Martin his representative. He assembled the leading inhabitants of Lima, and proposed the election of a lieutenant-general to rule the country until the governor should arrive. His advice was followed, and the choice fell on Francisco de Barrionuevo. In the battle of Chupas in 1542, between the partisans of Ahnagro and the viceroy, he was present at the solicitation of the latter, but attended impartially to the wounded on both sides. In 1543 he received a letter from Charles V. charging him to see to the execution of the ordinances promulgated at the instance of Las Casas for the protection of the natives. In the civil war that resulted from the effort to give effect to these ordinances, he made several attempts to bring about a reconciliation between the viceroy, Nufiez Vela, and Gonzalo Pizarro, and on the tri-nmph of the latter was sent by him, in conjunction with the archbishop of Lima, to Spain, to solicit an amnesty. He set out in 1546, but, meeting Pedro de la Gasca at Panama, who had arrived from Spain with full power to restore order in Peru, he returned to Lima. In 1550 he was commissioned by the city of Lima to treat with the court of Spain concerning the administration of the country. The emperor not only granted him all the favors he asked for the city, the principal of which was the establishment of a university, but gave him the title of first bishop of La Plata and the regency of the royal audience in that city. On his arrival in Lima he was attacked by the malady of which he diod.&lt;br /&gt;Edited Appletons Encyclopedia, Copyright © 2001 VirtualologyTM&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12371683-111431162625056009?l=josedesanmartin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://josedesanmartin.blogspot.com/feeds/111431162625056009/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12371683&amp;postID=111431162625056009' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12371683/posts/default/111431162625056009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12371683/posts/default/111431162625056009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://josedesanmartin.blogspot.com/2005/04/jose-de-san-martin.html' title='Jose de San Martin'/><author><name>Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11281636671889775345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='34' height='4' src='http://static.flickr.com/55/120657243_3e0920d174_m.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12371683.post-111431093780903621</id><published>2005-04-23T19:46:00.000-07:00</published><updated>2005-04-23T19:50:16.136-07:00</updated><title type='text'>JOSE  DE SAN MARTIN "THE KNIGHT OF THE ANDES".</title><content type='html'>One of the principal liberators of South America from Spanish rule was Jose de San Martin. He is also known as Argentina's liberator, and was one of the principal revolutionary fighters against royalist forces in South America. He was a master of military strategy, a skill which led him to success. San Martin became a national hero in many South American countries, particularly in Argentina, where he also had strong personal ties, as he was born there, and enforced his ties by later marrying an Argentine. In this paper, I will discuss the biography of San Martin, a person who made important history in colonial America.&lt;br /&gt;Jose de San Martin was born on February 25, 1778 in Yapey'u, located in the viceroyalty of Rio de la Plata', which is now known as eastern Argentina. His mother was Gregoria Matorras, and his father was Juan de San Martin, a professional soldier and government administrator of Yapey'u. In 1784, when San Martin was six years old, the family returned to Spain, where he was educated at the "Seminario de Nobles" from 1785 until 1789. He started his military career early in the Murcia infantry regiment (South Eastern Spain). He served as an army officer against the forces of Napoleon between 1808 and 1811.&lt;br /&gt;Even though San Martin was loyal towards his mother country (Spain) when he fought against Napoleon, he disliked the traditional absolute monarchy and the existing colonial system. In 1811, he decided to resign from Spanish service. After meeting revolutionary Spanish Americans in London, England, he sailed for Buenos Aires, and was almost immediately taken into service in the revolutionary regime. As a very experienced soldier, he was a great asset in the revolutionary movement in South America.&lt;br /&gt;Upon his arrival in Buenos Aires in March 1812, he was given the task of organizing an armed force to be used against the Spanish royalists in Peru. These royalists were threatening the government of Argentina, thus endangering the opposition movement in the country. San Martin appears to have always felt that he was tied to the country he was born. He "Reinforced these ties when he married Maria de los Remedios Escalada in September, 1812." Maria came from an Argentine upper-class family of Spanish blood. He became more involved in internal politics of the area by helping to form the "Lautaro Lodge", which was an underground movement which later aligned itself with the opposition to the government that was in power. The organization that the "Lautaro Lodge" was aligned with was the "First Triumvirate", which was led by Bernardino Rivadvia. The political objectives of the two aligned organizations were however quite different, as Rivadavia was interested in Buenos Aires on a local level, and the Lautaro Lodge's main mission was to liberate Spanish America from a broader perspective. These differences created a split in the coalition, and in December 1812, Rivadavia was overthrown.&lt;br /&gt;In February 3, 1813, San Martin entered his first battle in South America, and managed to defeat a royalist force that came up the "Parana River". In 1813, the government in Buenos Aires sent him to the Northern provinces of Argentina, in the purpose of stabilizing and strengthen the anti royalist movement over there. Unfortunately, his efforts were cut short due to his weakening health. In the middle of 1814, he had to briefly retire for rest. That gave him ample time to make strategic plans, that would facilitate his main objective of overthrowing the royalists in Peru. He believed that the best way to accomplish his plans was to enter Peru through the mountains of Upper Peru. This was the most direct way, but also the most difficult, due to the physical structure of the Andes. Another, a perhaps more promising route would be to move towards the west, from Argentina to Chile, and by sea to the "Peruvian coast".&lt;br /&gt;San Martin started to prepare his plans, and by asking for reassignment to the governor-ship of Cuyo, which was located at the foot of the Andes in western Argentina, he was able to design his plans. In 1816, representatives of the Argentine provinces met at the Congress of Tucuman, "San Martin chose the side of an outright declaration of independence from Spain, which the congress issued on July 9." He believed that a liberal-constitutional monarchy was the best hope for stability in the new nations of Spanish America.&lt;br /&gt;In January 1817, he started to cross the Andes. He led his army 15,000 feet above sea level, a feat that has been compared to Hannibal's crossing of the Alps. His force consisted of about 3,000 infantry soldiers, and 250 artillery troops. By winning the battle of Maipu in April 5, 1818, royalists in Chile were defeated. Later that year, San Martin was offered the supreme dictatorship of Chile, but he did not accept it in favor of his friend O'Higgins. Chilean, Bernado O'Higgins, became a close partner to San Martin in their struggle of creating independent American kingdoms. Tired of the use of military force, San Martin now tried to negotiate with the royalists, and hoped that they would accept a peaceful settlement. He proposed that Peru should be converted into an independent monarchy. The negotiations led to nothing. The use of military force was now inevitable, and instead of attacking Peru by land, he devised a sea strike, coordinated with rebel Chilean troops. With control of the seas, his army easily conquered Peru, and entered Lima in 1821. San Martin formally declared the independence of Peru on July 28, 1921, and became the "Protector of Peru". He did not take power, instead he met with fellow liberator Simon Bolivar at Guayquil in 1822, and Bolivar persuaded him to withdraw from Peru. They both disagreed on the type of government that was to be formed, but they were both committed to South American independence, and were both willing to continue the revolution. On September 20, 1822, San Martin reassigned his military command in Peru, and went into voluntary exile in Europe. He went back to Argentina, and in 1824, a year after that his wife died, he took off for Europe with his daughter.&lt;br /&gt;In the end of 1828, he decided to go back to America. He wanted to see if he had anything to contribute to the internal peace between the new nations. He returned to Europe in 1829, after that he decided that he would not be to much help. After this, he lived as a retired man mainly in France. However, he was not totally inactive, as he "gave moral support to the defenders of American sovereignty." Jose de San Martin died in Boulogne-sur-Mer, France on August 17, 1850. BIBLIOGRAPHYRock, David. Argentina, 1516-1982: from Spanish Colonization to the Falklands War. Berkeley; University of California Press, 1985 (304)&lt;br /&gt;Olson, James S. Historical Dictionary of the Spanish Empire, 1402-1975. New York; Greenwood Press, 1992 (550)&lt;br /&gt;Olson, James S. Historical Dictionary of the Spanish Empire, 1402-1975. New York; Greenwood Press, 1992 (550)&lt;br /&gt;McGraw-Hill Encyclopedia of World Biography. New York; McGraw-Hill Book co., 1973 (382)&lt;br /&gt;Olson, James S. Historical Dictionary of the Spanish Empire, 1402-1975. New York; Greenwood Press, 1992 (551)&lt;br /&gt;Rock, David. Argentina, 1516-1982: from Spanish Colonization to the Falklands War. Berkeley; University of California Press, 1985 (92)&lt;br /&gt;Olson, James S. Historical Dictionary of the Spanish Empire, 1402-1975. New York; Greenwood Press, 1992 (552)&lt;br /&gt;Argentina, a Country Study., US Government, Department of Defense, 3d Edition, 1985 (281)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fuente: &lt;a href="http://www.geocities.com/TimesSquare/1848/martin.html"&gt;http://www.geocities.com/TimesSquare/1848/martin.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12371683-111431093780903621?l=josedesanmartin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://josedesanmartin.blogspot.com/feeds/111431093780903621/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12371683&amp;postID=111431093780903621' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12371683/posts/default/111431093780903621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12371683/posts/default/111431093780903621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://josedesanmartin.blogspot.com/2005/04/jose-de-san-martin-knight-of-andes.html' title='JOSE  DE SAN MARTIN &quot;THE KNIGHT OF THE ANDES&quot;.'/><author><name>Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11281636671889775345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='34' height='4' src='http://static.flickr.com/55/120657243_3e0920d174_m.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12371683.post-111423123858396958</id><published>2005-04-22T21:35:00.000-07:00</published><updated>2005-04-23T19:45:41.203-07:00</updated><title type='text'>José de San Martín Libertador de América</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;José de San MartínLibertador de América&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;I. San Martín en España.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;José de San Martín nació el 25 de febrero de 1778 en Yapeyú, a orillas del río Uruguay, que pertenecía al Virreynato del Río de la Plata. Su padre, don Juan de San Martín, venía de España y ocupaba la función de lugarteniente gobernador del departamento. Su madre, doña Gregoria Matorras, era sobrina de un conquistador del Chaco.&lt;br /&gt;Se fue a España, con sus padres, en 1786, donde entró al Seminario de Nobles de Madrid. En 1789, comenzó una carrera militar en el regimiento de Murcia. Tomó parte en la campaña del África combatiendo en Melilla y Orán. En 1797, obtuvo el grado de sub-lugarteniente en recompensa por sus acciones frente a los franceses en los Pirineos.&lt;br /&gt;Luego combatió en diferentes sitios del sur de España, en Gibraltar y Cádiz, con el grado de Capitán de segunda de la infantería ligera.&lt;br /&gt;En 1808, las tropas de Napoléon invadieron la península y el rey Fernando VII fue hecho prisionero. Fue entonces que estalló la rebelión del pueblo español contra el Emperador y su hermano José Bonaparte, que venía de ser proclamado Rey de España. Un Gobierno provisorio se instaló en Sevilla y luego en Cádiz.San Martín fue nombrado por la Junta ayuda de campo del Primer Regimiento de Voluntarios de Campo Mayor. Destacado por sus hechos de armas contra los franceses, accedió al grado de capitán del regimiento de Borbón. La armada atacó las tropas francesas y las batió en el curso de la batalla de Bailén, el 19 de julio de 1808. San Martín se distinguió.&lt;br /&gt;Esta victoria permitió a la armada de Andalucía recuperar Madrid y fue la primera derrota de las tropas napoleónicas. San Martín recibió el grado de Lugarteniente Coronel y una medalla de oro. Continuó la lucha contra los franceses en la armada de aliados: España, Portugal e Inglaterra. Combatió bajo las órdenes del general Beresford en la batalla de Albuera.Tuvo conocimiento de Lord Macduff, un noble escocés, quien lo informó acerca de logias secretas que complotaban para la independencia de América del Sur. Gracias a este último obtuvo un pasaporte para ir a Inglaterra, donde encontró en 1811 a compatriotas de la América española: Alvear, Zapiola, Andrés Bello, Tomás Guido, entre otros. Todos hacían parte de una logia que había fundado el "Precursor", Miranda, quien, con Bolívar, luchaba ya en América por la independencia de Venezuela.En enero de 1812, San Martín embarcó para Buenos Aires a bordo de la fragata inglesa George Canning.II. San Martín en América.&lt;br /&gt;En la ciudad de Buenos Aires, el 25 de mayo de 1810, una Junta se había formado según el modelo de juntas de España, que se oponía a la ocupación francesa de la Península, y gobernaba en nombre del rey Fernando VII prisionero en Francia.Se había enviado emisarios en las diferentes ciudades del Virreynato del Río de la Plata, para que ellas formaran juntas y reconocieran a la de Buenos Aires. Las poblaciones parecían dividirse entre las juntas independientes de España y aquellas que pretendían obedecer al virrey. La Junta de Buenos Aires nombró un cuerpo ejecutivo, llamado Primer Triunvirato. Sus miembros eran: Juan José Paso, Feliciano Chiclana y Manuel de Sarratea.&lt;br /&gt;La ciudad de Montevideo no reconocía a la junta de Buenos Aires y había emprendido hostilidades contra la capital. En Chile, el Consejo se pronunciaba contra la autoridad del Virrey. En el Alto Perú, la Bolivia actual, los realistas ocuparon la provincia de Salta y avanzaron sobre Tucumán, defendido por el Ejército del Norte que comandaba el general Belgrano. El Paraguay se había ya declarado independiente.&lt;br /&gt;Pocos días después de su llegada, San Martín fue reconocido en el grado de Lugarteniente Coronel y el Triunvirato le encargó formar un escuadrón, que sería el célebre Regimiento de Granaderos a Caballo. Durante el año 1812, se ocupó de instruir a la tropa en las técnicas modernas de combate que había adquirido en Europa contra el ejército napoleónico.Además, organizó una sociedad secreta llamada la Logia Lautaro (nombre de un jefe araucano que defendió la libertad de su pueblo durante la conquista española). La sociedad estaba formada de la misma manera que las logias masónicas de Cádiz, Londres y Venezuela, que tenía por miembros a Miranda, Bolívar y Andrés Bello. Su objetivo era de "trabajar por la independencia de América y su honor". Sus principales miembros, además de San Martín, fueron: Alvear, Zapiola, Bernardo Monteagudo, Juan Martín de Pueyrredón.&lt;br /&gt;En agosto de 1812, San Martín se casó con María de los Remedios de Escalada, una mujer joven y bella, que pertenecía a una de las familias más destacadas del país.En octubre de 1812, cuando llegó la noticia de la victoria del general Belgrano en Tucumán, la Logia Lautaro intentó imponer sus candidatos al Triunvirato. Con la presión de los cuerpos armados y el pueblo, un segundo Triunvirato se formó, constituído por: Juan José Paso, Nicolás Rodríguez Peña y Antonio Álvarez Jonte. Además, se exigió crear una Asamblea Suprema con delegados de todas las provincias a fin de redactar una constitución.&lt;br /&gt;Los primeros actos del Triunvirato consistieron en reforzar el ejército y enviar una expedición para sitiar Montevideo, ocupado por los realistas.En enero de 1813, las posiciones militares fueron consolidadas: el general José Rondeau dirigió el sitio de Montevideo mientras que en Buenos Aires, el domingo 31 de enero, se reunió la Asamblea General Constituyente, conocida en la historia bajo el nombre de Asamblea del año 13. Casi todos los miembros de la Asamblea pertenecían a la Logia Lautaro. Se aprobó importantes reformas: el nombre del rey de España desaparecía de los documentos públicos, la Asamblea se declaraba soberana, se suprimían los blasones y títulos de nobleza, se adoptaban los colores de la bandera creada por Belgrano, el emblema nacional y el himno, se eliminaba la inquisición y se quemaban los instrumentos de tortura, se defendía la libertad de prensa, se imponía restricciones a la esclavitud.&lt;br /&gt;Los realistas de Montevideo dominaban los ríos con su flota, asolaban las ciudades costeras y hacían frecuentes desembarcos para obtener tropas y alimentos.En enero, se supo en Buenos Aires que una escuadra realista, dirigida por el corsario Rafael Ruíz y el capitán Juan Antonio Zabala, se aprestaba a desembarcar. El 28 de enero, el Triunvirato ordenó al coronel San Martín proteger las costas del Paraná del desembarco realista. Los granaderos siguieron la progresión de la flota enemiga que contaba con 11 naves y alrededor de 300 soldados. Los navíos tiraron anclas en Rosario y los españoles intercambiaron disparos con las tropas de Caledonio Escalada, comandante militar de la ciudad.&lt;br /&gt;Fue en la noche del 2 de febrero que los granaderos de San Martín llegaron y se escondieron en el convento de la vecina ciudad de San Lorenzo. En la mañana del 3 de Agosto, los barcos de la expedición realista tocaron tierra y los españoles subieron los acantilados. San Martín había dividido sus tropas en dos columnas, y en el momento cuando el clarín comenzó a resonar dio el asalto. Desde la primera carga, el caballo de San Martín fue puesto en tierra. El granadero Baigorria atravezó con su lanza a un soldado español que intentaba herir a San Martín. El soldado Juan Bautista Cabral, quien había levantado el caballo de su jefe para liberarlo, fue herido de muerte. Al momento de morir pronunció: "Muero contento, hemos vencido al enemigo".&lt;br /&gt;En efecto, la victoria llegó en algunos minutos. Los realistas huyeron por los acantilados abandonando sus armas, cañones y estandartes. La flota vencida retornó a Montevideo y no regresó jamás por el Paraná. San Martín regresó a Buenos Aires triunfal.Poco tiempo después se supo de la victoria del general Belgrano frente a los realistas en la batalla de Salta, donde se rindió la armada dirigida por Pío Tristán.&lt;br /&gt;Manuel Belgrano, después de la batalla de Salta, entró en tierras del Alto Perú persiguiendo a los realistas, pero debió retroceder hasta sus posiciones precedentes, en el valle de Lerma, después de las derrotas de Vilcapugio (1 de octubre) y Ayohuma (14 de noviembre).El Triunvirato decidió enviar a San Martín al norte con un pequeño ejército de infantería y el cuerpo de Granaderos a Caballo. El ejército vencido se reunió con los refuerzos en Yatasto, en el camino entre Salta y Tucumán, donde los dos libertadores se conocieron y se unieron en amistad para siempre.&lt;br /&gt;Entretanto, el 31 de enero de 1814, en Buenos Aires, la Asamblea nombró como Director Supremo de las Provincias Unidas del Río de la Plata a Don Gervasio Antonio Posadas por un período de dos años, reemplazando al Triunvirato precedente. En enero igualmente, San Martín tomó el mando del Ejército del Norte, quedando Belgrano su subordinado. La armada realista, dirigida por el general Pezuela, amenazaba las provincias de Salta y Jujuy.&lt;br /&gt;La frontera norte era defendida por gauchos a caballo, bajo el mando del lugarteniente coronel Martín Güemes, originario de Salta y muy bien instruído en el terreno. Este ejército causó estragos en las tropas realistas levantando al pueblo contra el enemigo.&lt;br /&gt;Al mismo tiempo, en el Río de la Plata, la flota dirigida por el comandante Guillermo Brown vencía a la armada realista frente a Montevideo y llegó a establecer el sitio marítimo que obligó a la ciudad a rendirse al General Alvear (junio de 1814). Sabiendo de esta derrota, los realistas, que intentaban conquistar las Provincias Unidas por la frontera norte, comenzaron a retirarse, concentrando sus fuerzas en el Alto Perú.III. El Plan continental.&lt;br /&gt;Poco después de su llegada a Tucumán, San Martín se dio cuenta de la imposibilidad de llegar a Lima, que en ese momento era el centro del poder realista, por el camino del Alto Perú. Cada vez que una armada realista descendía del altiplano hacia los valles de Salta era vencida; y cada vez que un ejército de las Provincias Unidas se aventuraba en el Alto Perú era exterminada. Fue entonces que el general San Martín tuvo la idea de atravezar la cordillera y atacar Lima por el mar. Para asegurar las fronteras del norte, las tropas del general Güemes bastaban. El plan de conquistar Perú por el Pacífico era lo que San Martín mismo llamaba "su secreto", compartido con algunos de sus amigos de la Logia Lautaro.&lt;br /&gt;En el mes de abril de este año, una enfermedad le impidió ir a pedir la autorización a la Asamblea para realizar su plan. Reposó en una hacienda próxima a Córdoba, dejando al general Cruz dirigir las tropas del Ejército del Norte.En agosto, el Director Posadas lo nombró gobernador intendente de Cuyo, en razón de su salud todavía frágil. En realidad, San Martín estaba en una posición favorable para comenzar sus planes que lo llevarían a liberar la mitad del continente.&lt;br /&gt;Cuando el futuro Libertador se instaló en Cuyo, del otro lado de la Cordillera de los Andes, la revolución del "Reino de Chile" se encontraba en peligro: el país era invadido por las fuerzas realistas del Virreynato del Perú y después de varias batallas, las fuerzas independentistas bajo el mando de O´Higgins y José Miguel Carreras fueron derrotadas en el curso de la batalla de Rancagua (1 de octubre de 1814), donde el ejército chileno fue exterminado, dejando la ruta hacia la capital, Santiago, abierta. El general Carrera con el resto del ejército atravezó la cordillera y se refugió en el territorio de Cuyo, gobernado por San Martín.&lt;br /&gt;En Buenos Aires se supo que Napoleón había sido vencido y exiliado en la isla de Elba. El rey Fernando VII había llegado a Madrid después de seis años de cautiverio. El primer acto del gobierno fue abolir la constitución de Cádiz y condenar a muerte a todos aquellos que se oponían a su soberanía. El Tribunal de la Inquisición fue restablecido.&lt;br /&gt;En este momento la revolución sudamericana parecía vencida en todos los frentes. Chile y el Alto Perú estaban perdidos, con realistas fuertemente establecidos en Lima; la revolución venezolana estaba vencida y sus jefes, Bolívar y Mariño, se habían refugiado en Cartagena; los liberales españoles eran perseguidos. Solo en el Río de la Plata ondeaban los estandartes de la Libertad y la Independencia.&lt;br /&gt;En Buenos Aires, a comienzos del año 1815, el Director Supremo Posadas renunció, y se nombró en su lugar al general Carlos María de Alvear. Alvear nombró entonces como gobernador de Cuyo al coronel Gregorio Perdriel. Esto conmocionó a la ciudad de Mendoza y, el 16 de febrero, el Consejo Municipal solicitó al Director Supremo una audiencia para que conserve en su gobierno al general San Martín, argumentando el hecho en que había un peligro cierto de una invasión realista por la cordillera. El Director aceptó la demanda del Consejo y confirmó a San Martín en su cargo. Poco tiempo después, el Consejo de Buenos Aires pidió la dimisión de Alvear y nombró al general Rondeau en su lugar, con la condición de disolver la Asamblea y de formar un nuevo congreso elegido por sufragio universal (18 de abril).&lt;br /&gt;Pero los habitantes de Mendoza constituyeron un Consejo independiente. Decidieron no obedecer a ningún gobierno que no fuera elegido por el pueblo y declararon nulo y no bienvenido el nombramiento del Gobernador Intendente por el Director Supremo. Se aclamó a San Martín como Gobernador de Cuyo. Los Consejos de San Juan y San Luis confirmaron sus declaraciones.&lt;br /&gt;San Martin decidió entonces crear el Ejército de los Andes, al cual la población de Cuyo contribuyó como pudo. Se estableció nuevos impuestos, se creó una contribución extraordinaria de guerra, se recibió donaciones en joyas y dinero...Los transportes militares fueron gratuitos, los artesanos trabajaron sin retribución para el ejército y las mujeres participaron del esfuerzo para la guerra confeccionando los uniformes de los soldados.&lt;br /&gt;Se supo que en ese momento España preparaba una expedición de diez mil hombres, bajo el mando del general Murillo, la cual se dirigía hacia el Río de la Plata para someter a los rebeldes a la voluntad real. El coronel San Martin reunió en Consejo a la población de Cuyo el 6 de junio de 1815 y declaró: "Es llegada la hora de los verdaderos patriotas. Se acerca al Río de la Plata una expedición de diez mil españoles. Ya no se trata de encarecer y exaltar las virtudes republicanas, ni es tiempo de exhortar a la conservación de las fortunas o de las comodidades familiares. El primer interés del día es el de la vida: este es el único bien de los mortales. Sin ella, también perece con nosotros la patria. Basta de ser egoístas para empeñar el último esfuerzo en este momento único que para siempre fijará nuestra suerte. A la idea del bien común y a nuestra existencia, todo debe sacrificarse. Desde este instante el lujo y las comodidades deben avergonzarnos. Desde hoy quedan nuestros sueldos reducidos a la mitad. El empleado que no quiera donar lo que deja de percibir recibirá un boleto para su abono en mejores circunstancias. Yo graduaré el patriotismo de los habitantes de esta provincia por la generosidad. Cada uno es centinela de su vida."&lt;br /&gt;Las damas de Mendoza, con María de los Remedios de Escalada de San Martín a la cabeza, su esposa, fueron recibidas por el Consejo municipal en audiencia y, en presencia de la población, se despojaron de todas sus joyas, ofreciéndolas a la patria.&lt;br /&gt;Llegamos a fines del año 1815 con las desalentadoras noticias de la derrota del Ejército del Norte, dirigida por Rondeau, en la batalla de Sipe-Sipe el 29 de noviembre. Las fuerzas del Virrey de Perú, comandadas por el general Osorio, dominaban Chile. El ejército de Murillo, que debía llegar a Buenos Aires, desembarcó en Venezuela y venció a las tropas de Bolívar.San Martín, a la cabeza del pequeño ejército de Cuyo, era entonces la única esperanza de las Provincias Unidas. Fue en estas circunstancias que reunió sus oficiales y expuso su plan de atravezar los andes y la reconquista de Chile.&lt;br /&gt;A fines del año precedente, la autoridad del rey Fernando VII estaba prácticamente restablecida, y ya los generales realistas ejercían su crueldad sobre las poblaciones rebeldes, sobre todo en Venezuela y el Alto Perú.&lt;br /&gt;A comienzos del año 1816, los delegados de las diferentes provincias, elegidos por sufragio universal, comenzaron a arrivar a Tucumán, y el 24 de marzo se formó el Soberano Congreso Nacional de las Provincias Unidas del Río de la Plata. El gobierno de Cuyo tenía cuatro delegados, amigos de San Martín y miembros de la Logia Lautaro. Por la provincia de San Juan: el hermano Justo Santa María de Oro y don Agustín Maza; por Mendoza: Tomás Godoy Cruz y Francisco Narciso Laprida; por San Luis, Juan Martín de Pueyrredón. En el mes de mayo el Congreso se dedicó a la elección del nuevo Director Supremo. El primer candidato en vista fue Belgrano, después se pensó en San Martín, pero los delegados de Cuyo se opusieron. Finalmente, el 3 de mayo, Juan Martín de Pueyrredón fue designado como Director Supremo, con el consentimiento de los delegados próximos a San Martín.&lt;br /&gt;Sin embargo San Martín, como Gobernador de Cuyo, insistió al Director Supremo para que le otorgue los medios para realizar su cruce de los Andes. Ya había comenzado sus actividades de espionaje y tenía contactos en medio de los realistas de Santiago, y estos le informaban de las actividades del Gobernador Osorio y de su sucesor Marcó del Pont. Sus espías preparaban la insurrección de los patriotas chilenos preparando la futura invasión.San Martín se vio propuesto comandante del ejército del Perú, para reemplazar al general Rondeau. Pero no creyó en las posibilidades de éxito y pidió al Director Supremo enviar a Manuel Belgrano.&lt;br /&gt;Durante este año, varias batallas navales fueron emprendidas por corsarios bajo pabellón del Río de la Plata. Capturaron los cargamentos de navíos que hacían la travesía entre América y España, liberando los esclavos, lo que les valió el reconocimiento de la opinión liberal en Europa. Se interceptó además la correspondencia confidencial, lo que les permitió conocer el verdadero estado de las tropas realistas en el Caribe y Venezuela. Fue así que se supo en Buenos Aires los progresos de Bolívar y las tropas independentistas de México.Fue en este contexto que se preparó la expedición del comandante Guillermo Brown, secundado por Hipólito Buchardo, quienes partieron del Río de la Plata, doblaron por el Cabo de Hornos y atacaron las fortalezas españolas en Chile, después los puertos fortificados de Callao y de Guayaquil. Eso permitió a los independentistas informarse sobre las defensas de esos puertos que serían útiles para la campaña del Perú.&lt;br /&gt;Después de la derrota de Sipe-Sipe en el Alto Perú, San Martín pensó que era tiempo de poner en marcha su plan de conquista de Lima por el Pacífico. Envió a su delegado, Manuel Ignacio, a Buenos Aires, para convencer al Director de la utilidad de una expedición a Chile. El Ministro de Guerra, Tomás Guido, era un amigo de San Martín y parecía de acuerdo con él. Pero el gobierno no estaba convencido.&lt;br /&gt;Obrando con astucia, San Martín hizo creer que su ejército marcharía hacia el Alto Perú. Quería hacer creer a los realistas que Mendoza quedaría sin protección para empujarlos a pasar al otro lado de la cordillera. Pero Marcó del Pont no cayó en la trampa.San Martín envió entonces a Buenos Aires a su ayuda de campo, José Antonio Álvarez Condarco, ingeniero militar, con algunos detalles de sus planes de campaña. Condarco se entrevistó con Antonio González Balcarce, quien aseguró el interín en espera del nuevo Director. Pueyrredón fue favorable al plan de invasión de Chile y dio por fin instrucciones para que se apoye a San Martín (mes de junio).&lt;br /&gt;San Martín insistió con sus delegados del Congreso sobre la necesidad de declarar la independencia. El 9 de julio, el Congreso proclamó la independencia de las Provincias Unidas del Río de la Plata. No había más posibilidad de reconciliación con Fernando VII.&lt;br /&gt;San Martín envió entonces su emisario a los jefes realistas para notificarles esta declaración de independencia. El 15 de julio, el Director Pueyrredón y San Martín se encontraron en Córdoba para planificar la expedición. A partir de este día, los dos hombres se hicieron amigos para siempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff9900;"&gt;&lt;strong&gt;IV. El cruce de los Andes.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Desde la obtención del apoyo político para su proyecto, San Martín emprendió los preparativos de la expedición.El Director Supremo elevó el 1 de agosto a San Martín al grado de general en jefe del Ejército de los Andes.El 5 de enero, después de un período de entrenamiento, El ejército se dirigió hasta Mendoza bajo el clamor de la multitud. Todos juraron fidelidad a la bandera color celeste y blanco.San Martín guardó en secreto el punto por el cual el ejército cruzaría los Andes, y dejó correr falsos rumores para desorientar a los realistas.&lt;br /&gt;Todo estaba listo en Plumerillo para hacer atravezar el ejército de 4000 hombres, con sus caballos, cañones, municiones y víveres para un mes. Dos divisiones, bajo el mando de los generales Miguel Estanislao Soler y O´Higgins atravezaron los Andes por el Paso de los Patos. Otra, dirigida por Juan Manuel Cabot hizo el cruce desde San Juan, por el Portezuelo de la Ramada para llegar a Coquimbo. Otro destacamento ligero pasaría por el paso de Vinchina para ocupar Copaipó. Al sur, el capitán Freyre pasaría por el Planchón para apoyar a la guerrilla chilena.&lt;br /&gt;En el transcurso de la segunda mitad de enero, las diferentes divisiones se pusieron en marcha con instrucciones secretas. Las órdenes eran de aparecer simultáneamente sobre el territorio chileno entre el 6 y el 8 de febrero.&lt;br /&gt;El cruce fue un triunfo. El 8 de febrero a las dos de la tarde, las dos principales columnas ocupaban las ciudades de Putaendo y Santa Rosa de los Andes, dejando libre la ruta hacia el Pacífico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;strong&gt;IV. La liberación de Chile.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;El 10 de febrero, todo el ejército de los Andes se encontraba reunido en el valle del Aconcagua, listo para escalar la cuesta de Chacabuco y enfrentar una batalla decisiva. El ejército realista se reunió con las tropas venidas de Santiago.San Martín quería atacar a los realistas sin darles tiempo a reagruparse. Dividió sus tropas en dos columnas; una comandada por el general Soler y la otra por O'Higgins. El ejército realista era dirigido por Maroto.&lt;br /&gt;Al amanecer del 12, las dos columnas comenzaron la ascensión de la cuesta de Chacabuco, Soler por la derecha y O'Higgins por la izquierda.El ala izquierda se encontró con los realistas. El combate parecía indeciso hasta que las tropas de Soler llegaron a apoyarlos, ganando la batalla. Los realistas debieron huir, dejando 500 muertos, 600 prisioneros y muchas armas.&lt;br /&gt;El 14 de febrero, San Martín entró triunfal en Santiago de Chile. El Congreso se reunió el 18 y proclamó al Libertador, Gobernador de Chile. Él renunció a este honor y O'Higgins fue elegido Director Supremo de Chile.&lt;br /&gt;Esta victoria, la conquista de Chile, no podía más que alegrar a Buenos Aires, víctima de una situación difícil. Montevideo era ocupado por los portugueses, mientras que el Ejército del norte, bajo las órdenes de Martín Güemes, resistía mal que bien en Jujuy.La victoria de Chacabuco iba a cambiar la situación. Los realistas comenzaron a replegarse. Los que podían escapar, se retiraron hasta la fortaleza de Talcahuano, en el sur de Chile. Ellos resistieron todo el año 1817.&lt;br /&gt;Se creó entonces el Ejército Unido, formado por el de Chile y el ejército de los Andes. A O'Higgins se confió la parte chilena y San Martin devino General en jefe de todo el ejército.&lt;br /&gt;San Martín sabía que no sería posible conquistar Chile y Perú sin dominación marítima. En efecto la costa era protegida por poderosos bastiones como Callao o Talcahuano.Poco después de la batalla de Chacabuco, volvió a Buenos Aires para pedir al Director Supremo que envíe una misión a Londres, con el fin de conseguir una armada a fin de dominar las costas del Pacífico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FUENTE: &lt;a href="http://www.americas-fr.com/es/historia/san-martin.html"&gt;http://www.americas-fr.com/es/historia/san-martin.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Example" src="http://www.pachami.com/sm12.jpg" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12371683-111423123858396958?l=josedesanmartin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://josedesanmartin.blogspot.com/feeds/111423123858396958/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12371683&amp;postID=111423123858396958' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12371683/posts/default/111423123858396958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12371683/posts/default/111423123858396958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://josedesanmartin.blogspot.com/2005/04/jos-de-san-martn-libertador-de-amrica.html' title='José de San Martín Libertador de América'/><author><name>Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11281636671889775345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='34' height='4' src='http://static.flickr.com/55/120657243_3e0920d174_m.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
